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12 de abril de 2018

Com a maior malha federal sob a administração da PRF, efetivo na Bahia continua defasado

O presidente do Sinprf Bahia Fabio Serravalle Franco concedeu entrevista ao programa “Na sala do povo”, na rádio Rádio Sociedade em Feira de Santana nessa quarta feira (11). Serravalle que estava acompanhado do representante da Polícia Federal, José Mário Lima, conversou com o jornalista Dilton Coutinho e falou as demandas da categoria no Estado da Bahia.

Confira a matéria e ouça o áudio!

A atual situação da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal e a implantação do Sistema Único de Segurança Pública foram discutidas em entrevista ao vivo no programa Acorda Cidade (102.1 FM), na última terça-feira (10), com o Presidente do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais do Estado da Bahia (SindPRF/BA) Fábio Serravalle Franco e o presidente do sindicato da Polícia Federal na Bahia (Sindipol), José Mário Lima.
Segundo Fábio Serravalle, a Bahia é o estado que tem a maior malha federal sob a administração da Polícia Rodoviária Federal e o efetivo não foi recomposto ao longo dos anos. Ele declara que está muito aquém da necessidade e também da distribuição geográfica.

“É algo que o sindicato tem questionado porque estamos ainda com a mesma estrutura da época do DNER. Nós brigamos pelo concurso público, por melhores condições de trabalho para os policiais e também para a questão de segurança com relação a equipamentos. É algo que o sindicato tem brigado historicamente e acredita-se que com a nova gestão do departamento que tem aberto espaço para um diálogo maior sobre esses temas iremos avançar. Temos agora o novo Ministério da Segurança Pública que é algo que precisava já há muito tempo que a gente vem questionando que a questão da segurança pública, de estrutura para a Bahia ainda é muito deficiente”, relatou.

Foto: Acorda Cidade

Para José Mário Lima, a Polícia Federal, no aspecto de logística nos últimos 12 anos deu um Up em relação a essa questão. Em relação a armamento, a questão de coletes, também de viaturas, de melhorias dos espaços estrategicamente colocados nos lugares mais próximos em relação a atuação.

“Houve uma melhoria muito grande na questão da melhoria da qualificação exigida e na qualificação de quem já chega ao quadro. Houve progresso. Temos um problema de ordem estrutural que já não é mais a questão conjuntural. Esse impasse que gerou e que está gerando atualmente é uma visão que o sindicato tem juntamente com a federação nacional dos policiais federais ejá discutimos bastante isso. Temos que fazer algumas mudanças nas estruturas das organizações de segurança pública particularmente, as polícias de modo a promover um resultado melhor, mais acessível de muito maior qualidade e em termos de quantidade”, disse.

De acordo com ele, o efetivo em alguns momentos passou a ser inferior que o de 20 anos atrás.

Sobre os cortes no orçamento da PRF, Fábio Serravalle comentou que isto refletiu na limitação do trabalho e também em ocorrência de maior número de mortes. Devido ao contingenciamento, as viaturas não conseguiram nem sair dos postos porque não havia a verba para o combustível e com isso ocorreram 64 mortes na Bahia enquanto uma média histórica não passava de 36 mortes. “Quase praticamente dobrou por conta da fala da fiscalização da PRF e promovido pelo contingenciamento”, acrescentou.

O sindicalista acredita que a segurança pública precisa de algumas bases mínimas para ser estruturada, entres elas a questão do ingresso único que prevê que os chefes de cargo saiam das bases. Para ele, são elementos que devem integrar o Sistema de Segurança Pública que está na Câmara dos Deputados desde 2006.

“Avançar em temas às vezes simples e que facilitam a vida do cidadão e desburocratizam os procedimentos. É preciso que haja uma aceitação de todo o sistema como um sistema único e não de uma forma fragmentada, cada um querendo defender uma fatia do bolo”, completou.

José Mário acredita que o Sistema Único de Segurança Pública possa uniformizar dados.

“Não temos essa uniformização e isso leva a desencontro de contas, desencontro de dados e quando você não tem os dados corretos, você compromete cegamente a questão do combate a criminalidade porque se não tem todos os dados a disposição de uma maneira clara para que possa fazer uma efetiva política criminal, com certeza vai ter sérios problemas no combate porque não tem os dados”, afirmou.

Ele também falou da necessidade de Feira de Santana ter uma delegacia da Polícia Federal. O sindicalista enfatizou que falta empenho de lideranças locais nesse sentido.

“Os representantes da sociedade do ponto de vista político deveriam fazer mais pressão para que isso acontecesse porque já deveria ter há muito tempo”, finalizou.

Fonte: Redação Acorda Cidade.

 

 

porPor: ASCOM - SINPRF-BA

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