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17 de Março de 2017

Envolvidos na morte de policial rodoviário federal em Salvador são condenados

Os quatro homens responsáveis pelo latrocínio do policial rodoviário federal Marcelo Caribé de Carvalho, ocorrido em 24 de setembro de 2015, na Pituba, foram condenados a mais de 40 anos de prisão. O policial foi morto ao reagir a um assalto, em uma barraca. A vítima trabalhava em Rondônia e estava de folga, visitando a família, no dia do crime. Marcelo tinha sete meses na instituição e 28 anos de idade.

Segundo a Polícia Civil, Vitor Vagner Matos Neri, autor dos disparos, e Paulo Tiago Rabelo dos Santos foram condenados a 56 anos, oito meses e 11 dias de prisão. Idenivaldo Santos de Oliveira, o Vinte do Cavaco, foi condenado a 58 anos e quatro meses, e Edvandro Carvalho de Santana, a 47 anos, sete meses e 15 dias de reclusão.

Marcelo foi baleado na cabeça durante um assalto na Barraca do Regis, na rua Ceará, próximo a uma escada de acesso ao Parque Júlio César. O crime aconteceu por volta das 21h de uma quinta-feira. Os bandidos chegaram em um Gol prata e, enquanto um deles ficou no carro, os outros desceram armados do veículo e anunciaram o assalto. No momento do crime, a barraca estava cheia de clientes que bebiam e conversavam na calçada.

Os criminosos passaram com uma sacola na mão exigindo que todas as vítimas entregassem os celulares. Marcelo estava com dois amigos e entregou o telefone, mas, em seguida, sacou a arma e disse ser policial. Vitor, no entanto, foi mais rápido e atirou contra a vítima. Antes de fugir, os bandidos levaram a arma de Marcelo.

O policial foi baleado na cabeça e socorrido por uma guarnição da 13ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Pituba) para o Hospital da Bahia. Ele ficou internado por dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), até o sábado, quando o hospital confirmou a morte encefálica do policial. O corpo dele foi sepultado naquele mesmo dia, à tarde, no Cemitério Jardim da Saudade, em Nova Brasília.

Ele veio a Salvador visitar família e amigos e voltaria para Rondônia um dia depois do crime. “Ele veio visitar os pais e o irmão que já tinha um tempo que não via os três. Ele estava de folga havia uma semana e iria para o aeroporto na madrugada”, disse uma amiga da família ao CORREIO, na época.

Fonte: Correio da Bahia

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porPor: ASCOM - SINPRF-BA

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